“O QUE SE FALA NA PRAÇA, NÃO SE DIZ NA PRATICA”: JUSTIÇA ELEITORAL APLICA DERROTA A HÉLIO NO PROJETO DE PERSEGUIÇÃO CONTRA VEREADORES DO PODEMOS

Decisão prolatada pelo juiz Bruno Montenegro da 30ª Zona Eleitoral de Macau, reforça a lisura do processo eleitoral e expõe contradição entre discurso e prática política no município de Guamaré, jogando um balde de água fria no projeto do Prefeito Hélio de perseguir a coligação do PODEMOS.

A Justiça Eleitoral INDEFERIU uma ação proposta pelo grupo liderado por Hélio que questionava a candidatura de Eline Silva, sob alegação de que a postulante não teria participado de atos de campanha e seria uma “candidata laranja”. A decisão do juiz Bruno Montenegro da 30ª Zona Eleitoral de Macau, reforça a lisura do processo eleitoral e expõe contradição entre discurso e prática política no município de Guamaré, e foi tida como uma derrota expressiva para o grupo político autor da ação, confirmando a regularidade da candidatura e o direito de exercício dos mandatos dos vereadores eleitos Edinor Albuquerque e Diego de Lisete.

A ação, movida sob autorização e influência política do ex-prefeito Hélio Willamy, contrariou declarações anteriores do próprio “líder”, que havia afirmado publicamente, em praça, que não autorizaria a proposição de ações contra adversários políticos. O caso gerou ampla repercussão na cidade e foi interpretado como uma contradição entre o discurso público e a prática política do prefeito.

Na decisão, o juízo eleitoral ressaltou que não há elementos que indiquem irregularidades na candidatura de Eline e que as alegações apresentadas não encontram respaldo fático ou jurídico capaz de comprometer a lisura do pleito. Com isso, o pedido de impugnação foi indeferido e as candidaturas mantidas sem qualquer restrição.

A sentença foi comemorada pelos representantes da oposição, que interpretaram o resultado como uma vitória da democracia e do respeito ao voto popular. Aliados dos vereadores eleitos destacaram que a decisão “reforça o compromisso com a verdade e com o livre exercício do mandato outorgado pelas urnas”.

O episódio também reacendeu o debate sobre o uso de ações judiciais no campo político, em um cenário em que vozes críticas ao atual grupo governista afirmam haver intolerância com o contraditório e a oposição.

Para analistas locais, a decisão judicial representa um freio ao uso indevido do aparato jurídico para fins eleitorais e sinaliza a necessidade de maior maturidade política na convivência entre os diferentes segmentos que compõem a cena pública de Guamaré.

A Justiça Eleitoral merece reconhecimento pela sua imparcialidade e firme compromisso com o verdadeiro sentido de justiça. Somente a justiça mais transparente e íntegra é capaz de conter aqueles que insistem em praticar a injustiça.

Clique aqui: Decisão nº 0600426-66.2024.6.20.0030

1 comentário em ““O QUE SE FALA NA PRAÇA, NÃO SE DIZ NA PRATICA”: JUSTIÇA ELEITORAL APLICA DERROTA A HÉLIO NO PROJETO DE PERSEGUIÇÃO CONTRA VEREADORES DO PODEMOS”

  1. Que notícia boa. Ver a situação perdendo ação atrás de ação na justiça nos dá esperança. Lembro que até meses atrás isso era impensável.

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